Reconstrução

Foto: El Chaltén – Argentina – Maio 2019

Antes eu olhava pro mundo e tinha medo dele.

E então eu comecei olhar para dentro de mim, e assim me fortalecer.

Foi um passo difícil, porque não tem fim.

É derrubar toda um construção, para depois reconstruir, de uma maneira diferente e as vezes desconhecida.

Vendo e revendo valores, e experiências. E entender que nem tudo que conheço é visto do meu jeito.

E assim, confrontar a vida, confrontar o conhecido, e não aceitar aquilo que foi dito como certo, mas hoje não me serve.

E agora eu tenho mudar minha interação, com o mundo, ressignificar relações, reviver cada memória e trocar as caixinhas de lugar.

Não esquecer de aprender a me amar, e enfrentar medos e sentimentos de não pertencimento, deixar de guardar pensamentos com medo de julgamentos.

Então colocar constantemente cada pecinha no tempo da vida, porque somos seres em constante evolução.

E, até que um dia de talvez de sol, cinzento ou de chuva, a morte nos leva e só deixamos as ações que fizemos, as relações que construímos e as lembranças em quem marcamos.

Publicado por Clarice

Paulistana, que adora ficar em casa, masss me chama pra dançar, cantar, ler, estudar, ou ter uma conversa longa sobre a vida, sobre justiças e injustiças, sobre o mundo. E que agora depois dos 30 quer voltar a escrever.

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